ORÁCULOS E TERAPIAS

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

ALFAVACA

Nome científico:
Ocimum basilicum L.

Família:
Labiadas

Sinonímia popular:
Mangericão

Nome em outros idiomas:
Basilicão (ital)
Albahaca(esp)
Petit basilic (Fr.)

Principios ativos:
Azeite essencial (0,04 a 0,7 %), rico em estragol e metilcavicol (87%), linalol (75% em alguns quimiotipos), cineol, eugenol (20%), acetato de linalilo. Saponócidos. Flavonoides: quercetrósido, kenferol , esculósido. Acido caféico.

Propriedades terapêuticas:
O azeite essencial produz um efeito aperitivo, digestivo, carminativo, espasmolítico, antitusivo, ligeramente sedante, diurético, galactagogo e, em uso externo, antiséptico, analgésico e cicatrizante, estimulante

Indicações terapêuticas:
Inapetencia, dispepsias hipo ou hipersecretoras, meteorismo, espasmos gastrointestinais, tosse irritativa, enjaquecas, parasitosis intestinais.
A nivel externo: faringites, feridas, eczemas, inflamações osteoarticulares, dores musculares, banhos aromáticos

Contra indicações:
Salvo indicação expressa, recomendamos absterse de prescreverr azeites essenciales por vía interna durante a gravidez, a lacção, a menores de seis anos e a pacientes com gastrites, úlceras gastroduodenales, síndrome de intestino irritavel, colitis ulcerosa, enfermedade de Crohn, hepatopatías, epilepsia, Parkinson e outras enfermidades neurológicas.

Precauções:
Ter em conta o conteúdo alcoólico do extrato fluido e da tintura.
O azeite essencial de alfavaca é irritante das mucosas e, em doses elevadas pode ser neurotóxico.

Informações complementares
Ocimum minimum (Linneo) Planta cultivada nos jardins. Folhas numerosas, agudas e obtusas. Flores pequenas, brancas. Cheiro aromático. Também conhecida por alfavaca cheirosa.

Modo de usar:
Uso interno:
- Infusão: uma colher de chá para 200ml , trezvezes ao dia, após as refeições.
- Azeite essencial: 2 a 3 gotas, duas ou trez vezes ao dia, ou em cápsulas (25 a 50 mg/cápsula): 2 ou 3 cápsulas ao día, após as refições.
Uso externo:
- Macerado: loções, compresas.
- Azeite essencial, puro ou em solução alcohólica ou oleosa, aplicado em forma de fricção.

ALFAZEMA

Nome científico:
Lavandula officinalis Chaix & Kitt.

Família:
Labiatae

Sinonímia popular:
Lavanda lavândula-da-tunisia. lavante.

Parte usada;
Flores

Propriedades terapêuticas:
Anti-séptico, tônico, antiespasmódico, calmante, digestivo, antibacteriana, carminativa, revulsiva

Princípios ativos;
Óleos essenciais (acetato de linalilo e linalol), taninos 12%, cumarinas, princípio amargo, saponina ácida, resina

Indicações terapêuticas:
Reumatismo, nevralgias, hemicrania, excitação nervosa, insônia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, coqueluche, faringite, laringite, depressão, cistites, enxaquecas, bronquite, corrimento vaginal, prurido vaginal, sarna, piolho

Informações complementares:

Variedades utilizadas:
Lavandula angustifólia Mill, Lavandula officinalis Chaix, Lavandula spica L., Lavandula Vera DC., Lavandula vulgaris Lam.

Nome em outros idiomas:
alemão (lavendel), inglês (lavender), francês (Lavende), italiano (lavanda).

Propriedades terapêuticas:
anti-séptico, tônico do sistema nervoso, antiespasmódico, calmante dos nervos, digestiva, antibacteriana, carminativa, favorece o fluxo biliar. Para o uso externo:ligeiramente revulsivo, sendo empregada no reumatismo. anti-microbiano, digestivo, estimulante, tônico nervoso. : anti-séptico, aromatizante do cabelo, calmante suave, calmante dos nervos, cicatrizante, diurético, estimulante, estimulante mental, hipnagogo, relaxante muscular, tônico do estômago

Usos medicinais:
nevralgias, hemicrania, excitação nervosa,insônia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, coqueluche, faringite e laringite. espasmo, vômito. abatimento, artrite, contusão, depressão, desmaio, doença respiratória (asma, bronquite, catarro, gripe), enjôo, enxaqueca, espasmo, fraqueza cardíaca, gases, gripe, limpa/amacia/acalma a pele, insônia, leucorréia, picada de inseto, queimadura, resfriado, reumatismo, sinusite, tensão nervosa, tosse, vertigem.

Dosagem indicada:
Asma, bronquite, tosse, catarro, gripes, sinusites, tensão nervosa, depressão, insônia, vertigens, cistites, enxaquecas: coloque 2 colheres de flores em 1 xícara de álcool de cereais a 60%.Deixe em maceração por 5 dias e coe. Tome 1 colher (café) diluída em um pouco de água, 2 vezes ao dia. Pode também adicionar este preparado à água de banho.Faça banho de imersão por 20 minutos.
Asma, bronquite, tosses, catarro e gripes:
Decocção: ferver por 2 minutos, em um litro de água, 60g de sumidades floridas de alfazema. Filtrar e beber o líquido de 4 a 6 xícaras ao dia.
Infusão: colocar em infusão, por 5 minutos, 5 g de flores de alfazema em uma xícara de água fervente. Adoçar com mel e beber. Repetir a dose 4 vezes ao dia.
Cansaço:
Óleo de alfazema:
em um recipiente, colocar 3 quartos de litro de um bom azeite e um punhado de flores frescas de alfazema. Fechar bem o recipiente e colocá-lo em um lugar fresco onde deve ser deixado por cerca de 20 dias. Filtrar o óleo sobre um tecido de linho. Pingar algumas gotas do óleo sobre um torrão de açúcar e deixar derreter lentamente na boca. Também algumas gotas de essência de alfazema sobre as têmporas e pulsos dará um grande alivio àquele que se sente cansado por excesso de trabalho ou por uma vigília prolongada.
Contusões:
Alcoolato de alfazema: colocar em infusão, por 15 dias, 50 g de flores de alfazema em 1 litro de álcool. Filtrar o líquido e colocá-lo em um vidro provido de tampa em esmeril. Contra as contusões, friccionar suavemente com um pouco de líquido para aliviar as dores e fazer desaparecer a inflamação.
Fricções
Verter na palma da mão algumas gotas de essência de alfazema e friccionar a região contundida. A essência de alfazema encontra-se à venda em farmácias especializadas.
Diurético:
Colocar por cinco minutos 5g de flores de alfazema em uma xícara de água fervente. Filtrar e beber 3 xícaras ao dia.
Estômago(má digestão)
Óleo de alfazema, vide cansaço. Pingar algumas gotas do óleo de alfazema em um dedo de água ou um torrão de açúcar para tomar após a refeição.
Alcoolato de alfazema, vide contusões. No álcool empregado para uso interno, certificar-se ser álcool de cereais, próprio para consumo. Antes de cada refeição, beber dois dedos de água na qual foram diluídas alguma gotas de alcoolato de alfazema.
Excitação nervosa:
Infusão: em uma xícara de água quente, colocar em infusão uma pitada da mistura obtida com: 30 de flores de alfazema, 10g de camomila, 5g de hipérico, 5g de lúpulo, 5g de raiz de valeriana. Filtrar o líquido e beber antes de deitar-se.
Inalação: em uma tigela com água fervente e esfumaçante colocar algumas gotas de essência de alfazema, colocar a cabeça sobre o recipiente, tendo à testa uma toalha. Aspirar profundamente os vapores.
Faringite:
Decocção: ferver por dois minutos 40g de flores de alfazema em 1 litro de água. Filtrar o líquido ainda morno. Tomar de 4 a 6 xícaras ao dia.
Feridas:
Desinfetante: a falta de um desinfetante alcoólico pode ser suprida, momentaneamente, com alguma gotas de essência de alfazema vertidas sobre a ferida.
Hemicrania,vertigens:
Ver cansaço.Tomar seis ou sete gotas muitas vezes ao dia. Contra as vertigens, algumas gotas em pouca água.
Insônia:
Alcoolato de alfazema: ver contusões. Pingar algumas gotas de alcoolato em um torrão de açúcar e deixar derreter na boca.
Decocção: ferver uma pitada de alfazema em uma xícara de água. Filtrar,adoçar e beber antes de deitar-se.
Infusão:
ver excitação nervosa. Uma ou duas xícaras antes de deitar-se.
Laringite,coqueluche e tosse:
Infusão: colocar 50g de flores de alfazema em um litro de água fervendo. Filtrar e beber de 4 a 5 xícaras, adoçadas com mel, durante o dia.
Nevralgia:
Óleo de alfazema:
ver cansaço. Algumas gotas de óleo sobre um torrão de açúcar. Deixar derreter na boca.
Infusão:
misturar as seguintes ervas: 20g de flores de alfazema,60 g de flores de prímula medicinal e 20g de flores de camomila. Colocar 5g desta mistura em uma xícara de água fervente e deixar repousar por meia hora. Filtrar e beber em seguida. A dose deve ser repetida de 2 a 3 vezes ao dia.
Corrimento vaginal,prurido vaginal,sarna,piolho: coloque 2 colheres(sopa) de flores em 1 xícara (chá) de vinagre branco. Deixe em maceração por 3 dias e coe. No caso de pruridos e corrimento vaginal,adicione 2 colheres(sopa) à água de banho. Faça banho de assento 1 vez ao dia. Para piolhos aplique no couro cabeludo, com ligeira massagem, deixando agir por 2 horas. Em seguida enxágüe e passe o pente fino. Para sarnas, aplique com um chumaço de algodão.
Escaras de decúbito, queimaduras, picadas de inseto, afecções da pele(eczemas,dermatites e psoríases):
Em 1 xícara(chá) coloque 2 colheres (sopa) de flores e adicione óleo de cozinha. Leve ao fogo, em banho-maria, por 1 hora. Espere amornar e coe. Aplique nos locais afetados, com um chumaço de algodão, de 2 a 3 vezes ao dia.

Contra-indicações:
seu uso dentro das doses preconizadas não tem contra-indicação. Nas mulheres grávidas deve-se evitar o uso em doses altas por ser estimulante uterino.

Uso culinário:
conta-se como curiosidade que uma rainha inglesa gostava de conservas condimentadas com alfazema. Pode-se também fazer um vinagre de alfazema, macerando-se alguns caules da alfazema em vinagre branco por 3 semanas. No Marrocos suas flores são usadas numa mistura de especiarias em pratos finos.

Para empregos caseiros:
Água de colônia anti-séptica:
deixar macerar, por vinte dias, 60g de sumidades floridas de alfazema em 1 litro de álcool de cereais a 60º. Filtrar e conservar a água-de-colônia em vidro fechado. Além de ser utilizada para fricções sobre o corpo, após o banho, serve também para desinfetar as mãos e banhar as têmporas e as narinas após ter-se estado próximo a um doente atingido por uma moléstia infecciosa, ou quando se está cansado e acalorado.
Água de alfazema n° 1:
misturar os seguintes ingredientes: 200g de álcool a 80º,10g de essência de alfazema,1 g de essência de cravo, 2g de essência de citronela, 5g de essência de bergamota. Deixar em maceração por vinte dias, filtrando em seguida e conservando o líquido em garrafa.
Água de alfazema nº 2:
misturar os seguintes: 1 litro de álcool a 80º, 8g de essência de alfazema, 5g de essência de cedro, 8g de essência de bergamota, 3g de essência de benjoim, 15g de alcoolato de melissa. Após vinte dias,filtrar o líquido e conservá-lo em garrafa.
Banho perfumado:
misturar 150g de bicarbonato de sódio, 100g de ácido tartárico, 25g de amido de banho, 100g de óleo de amêndoa, 10g de essência de alfazema, 5g de essência de bergamota. Misturar todos os ingredientes e conservar a pasta em um vidro. Usar uma colherinha para cada banho.
Saquinhos perfumados para a roupa branca:
misturar todos os ingredientes após tê-los triturados até reduzi-los a p: 25g de sementes de lírio germânico, 30g de pétalas de rosa secas, 7 g de canela, 10g de cravo. Distribuir a mistura em saquinhos e colocar em gavetas, no meio da roupa, ou pendurar nos armários.
Sais aromáticos de alfazema:
escolher um vidro com tampa esmerilhada, preenchendo-o com carbonato de amônia em grãos. Adicionar depois uma solução composta de 3 gotas de essência de rosas, 2 gotas de essência de cravo, 1 gota de essência de canela, 3 gotas de essência de bergamota. A solução deve preencher os interstícios entre as paredes do vidro e os grãos de sal.

ALCANFOREIRA

Nome científico;
Laurus camphora L.

Família;
Lauraceae.

Sinônimos botânicos;
Cinnamomum camphora (L.) J. Presl, Cinnamomum camphora (L.) Nees & Eberm

Outros nomes populares:
canforeira, erva-cavaleira, rabugem-de-cachorro, alcanforero, Alcanforeira-do-Japão, Cânfora de Cinnamomum.

Constituintes químicos:

Propriedades medicinais:
amenorréia, reumatismo.

Indicações:
contusões – dores musculares – reumatismo

Parte utilizada:
casca

Contra-indicações / cuidados:
uso somente externo

Efeitos colaterais:

Modo de usar:
Vinagre Aromático para massagens –
Macerar por 10 dias 400 gr de Vinagre puríssimo de Vinho, 50 gr de álcool a 90º e 50 gr no total das seguintes ervas frescas: Sumidades floridas de Alfazema. Folhas de Laranjeira, folhas de Alecrim, folhas de Hortelã, folhas de Sálvia, esmagá-las antes de colocá-las no líquido, após 10 dias dissolver 4 gr de Cânfora em 10 gr de Ácido Acético, colocando este líquido na garrafa com todos os outros. Filtrar após algumas horas.
AGUARDENTE CANFORADA: - Misturar 300 gr de Aguardente a 60º ou de álcool na mesma graduação e 5 gr de Cânfora triturada. Friccionar os músculos doloridos.
FRIEIRA: - Loção – Em 1 garrafa de boca larga, colocar 200 gr de Óleo de Rícino desodorizado, aquecendo o recipiente em banho-maria. Enquanto a água se aquece (não deve nunca ferver) colocar na garrafa 10 gr de essência de Bergamota e 5 gr de Cânfora. Deixar em banho-maria por 1 hora, depois afastar do fogo, quando o líquido estiver frio tapar a garrafa. Com esta loção fazer massagem de 3 a 4 vezes ao dia.



ALCAPARRA

Nome científico:
Capparis spinosa L.

Família:
Capparaceae.

Sinônimos botânicos:
Capparis spinosa auct.

Subespécies/variações:
Capparis spinosa subsp. rupestris (Sm.) Nyman, Capparis spinosa var. arvensis Zohary, Capparis spinosa var. himalayensis (Jafri) Jacobs, Capparis spinosa var. pyracantha (Bojer) Bojer

Outros nomes populares:
alcaparreira;

Nomes em outros idiomas:
kaperstrauch (alem.), al-kábar (árabe), alcaparra ou alcaparrón (esp), câpre (fr), caper, spineless caper (ing), càppero (ital.), coppari (latim).

Constituintes químicos:
ácido cáprico, flavonóides, glicocaparósido e óleo essencial.

Propriedades medicinais:
adstringente, afrodisíaca, antiespasmódica, aperiente, calmante, diurética, estimulante do estômago, tônica, vermífuga.

Indicações:
nevralgias sobretudo a ciática, aumentar a diurese, fígado, abrir o apetite, flatulência.

Parte utilizada:
botões florais, raízes.

Contra-indicações/cuidados:
não encontrados na literatura consultada.

Efeitos colaterais:
não encontrados na literatura consultada.

Modo de usar:
- como condimento em peixes, carnes, em molhos com mostarda, em saladas, recheios e adicionada ao arroz;
- infusão.

Algumas espécies do gênero:
Capparis.




ALCARÁVIA

Nome científico:
Carum carvi L.

Família:
Apiaceae.

Sinônimos botânicos: 
Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum gracile Lindl., Carum rosellum Woronow.
Subespécies/variações: Carum carvi fo. carvi, Carum carvi fo. gracile (Lindl.) H. Wolff, 1927, Carum carvi fo. rhodanthum Moore, Carum carvi fo. rhodochranthum A.H. Moore, Carum carvi fo. rubriflora H. Wolff, 1926, Carum carvi var. gracile (Lindl.) H. Wolff, Carum carvi var. roseum Trautv.

Outros nomes populares:
cominho, cariz, cominho-armênio, alcaravea, alcarovea, alquirevia, cominho-de-montanha, cominho-dos-prados, cominho-romano, cuminho, quirivia;

Nome em outros idiomas:
wiesen-kümmel (alem.), alcarávea (esp), cumin (fr), caraway (ing), carvi (ital.), krishnajira (sânscrito).

Constituintes químicos:
carvona, óleo essencial.

Propriedades medicinais:
antiácida, antiflatulenta, anti-helmíntica, aperiente, aromática, digestiva, diurética, emenagoga, estimulante, estomáquica, galactagoga, laxante, purgativa.

Indicações:
afecção do estomago, cólica ventosa, dispepsia, dor dos nervos, estimular a secreção de leite das lactantes, febre, gases, regular as funções glandulares e respiratórias e equilibrar os processos hídricos, vermes.
Falta de apetite, síndrome de Roemheld, espasmos gastrointestinales, disquinesias hepatobiliares, gastroenteritis. 
Bronquites, enfisema, asma. 
Em uso tópico: dermatomicosis, otitis, limpeza de feridas, ulceracões dérmicas, e queimaduras

Parte utilizada:
folhas, frutos, raízes.

Contra-indicações/cuidados:
O azeite esencial produz um efeito aperitivo, eupéptico, carminativo, espasmolítico, colagogo, antiséptico, fungicida - mais potente que a nistatina (Wichtl)-, mucolítico, expectorante e galactagogo. em grandes quantidades pode ser tóxica (carvona).

Efeitos colaterais:
Dispepsias hipersecretoras, obstrução das vías biliares.
Hipersensibilidade a algumas plantas da familia das umbelíferas ou asteráceas.
Salvo indicacão expressa, recomendamos absterse de prescrever azeites essenciais por vía interna durante a gravidez, a lactação e a crianças menores de dez anos. 
Não administrar a pacientes com hipersensibilidade conhecida a este ou outros azeites essenciais, não aplicar tópicamente a pessoas com alergias respiratorias.
Não prescriver formulas de dosificação com conteudo alcoólico a crianças menores de dois anos nem a consultantes em processo de recuperação etílica.

Modo de usar:
- raízes cozidas podem ser consumidas como um vegetal;
- no preparo de carnes, molhos, aromatizar pães, queijos, sopas e doces; as folhas tenras picadas para temperar saladas; com batatas cozidas ao vapor, suflê de batatas e saladas de pimentão; para temperar carne em geral, especialmente de porco;
- infusão ou decocção dos frutos a 5%. Dose máxima diária: 200 mL;
- Extrato fluido (1:1): 20-40 gotas, uma a trez vezes ao día.
- Tintura (1:5): 50-100 gotas, duas a trez vezes ao día.
- Oleo de alcaravia, aplicado tópicamente.

Algumas espécies do gênero: Carum.