ORÁCULOS E TERAPIAS

quinta-feira, 5 de maio de 2011

COMPOSTO/MENOPAUSA:

 Combinação das ervas indicadas para combater os suores e acalmar o sistema nervoso: 


Carobinha + Calêndula + Milefólio + Melissa + Tília.

Uma fórmula para desaparecer os sintomas da menopausa:
Fazer tintura (veja artigo: Tintura) com 2 porções de folhas de tiririca; 2 porções de folhas de amora; 1 porção de folhas de algodão; 1 porção de folhas de calêndula; 1 porção de folhas de menstrato; 1 porção de folhas de carobinha; 1 porção de varas de cavalinha ou bambuzinho; 1 porção de folhas de açoita-cavalo; 1 porção de melissa rasteira. A dose recomendada é de 33 gotas uma vez ao dia, de preferência no mesmo horário. Descansar 15 dias e recomeçar após três meses.

Outra receita:
Bater no liquidificador dois inhames pequenos picados; o suco de um limão; um litro de água e duas colheres de sopa de mel. Tomar quatro vezes ao dia, três vezes por semana.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

AIPO

Nome científico;
Apium graveolens L.

Família:
Apiaceae.

Sinônimos botânicos;
Apium integrilobum Hayata, Apium vulgare Bubani, Carum graveolens (L.) Koso-Pol., Celeri graveolens (L.) Britton, Selinum graveolens (L.) Krause, Seseli graveolens Scop., Sium apium Roth, Sium graveolens (L.) Vest.

Outros nomes populares:
sansão, salsão-selvagem, aipo-do-rio-grande, aipo-d’água, aipo-doce, aipo-bravo, aipo-hortense, aipo-dos-pântanos, aipo-rebano, aipo-silvestre, celeri, ápio, aipo-cultivado;

Nomes em outros idiomas:
echter sellerie (alem.), apio (esp), céleri (fr), celery (ing), sedano (ital.).

Constituintes químicos:
ácidos (glicérico, glicólico, málico, tartárico, cumárico, caféico, ferrúlico, químico, xiquímico), açúcares, apéina e outros flavonóides, cálcio, carboidratos, cumarinas (sesilina, isopimpenelina, apigravina); ferro, fósforo, manitol, niacina, óleo essencial (apiósido, limoneno, sileneno, eudesmol, sedanólido, anidrido sedanônico), pentasonas, sódio, vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (kiboflavina ), C (ácido ascórbico).

Propriedades medicinais:
alcalinizante, antioxidante, antipalúdica, antipirético, aperiente, carminativa, depurativo do sangue, digestivo, diurético, emenagoga, estimulante, estomáquica, expectorante, febrífuga, levemente laxante, refrescante, tônica, tônico para o sistema nervoso.

Indicações:
ácido úrico, acidose, afecção febril, afonia, alivia a fadiga, anemia ferropriva e perniciosa, artrite, bronquite asmática, cálculo biliar, catarro pulmonar, chaga cancerosa, colite crônica, contusão, diminuir perda de potássio, disenteria, dismenorréia, distúrbio digestivo, diurese, escorbuto, escrofulose, estômago, fadiga, favorece a menstruação, ferimento, fígado, fortalecimento dos nervos, gás intestinal, gota, hepatite, icterícia, inapetência, intumescimento leitoso dos seios, laringite, malária, oftalmia, pneumonia, prevenção de escorbuto, proteção contra a xeroftalmia, reumatismo, rins (cólica, nefrite, cálculo), rouquidão, sarna, úlcera.

Parte utilizada:
raízes, folhas, talos, sementes.

Contra-indicações / cuidados: sob forma de saladas é contra indicado para diabéticos; não deve ser utilizada por pessoas com inflamação nos rins.

Efeitos colaterais:

Modo de usar:

Uso interno;
- saladas cruas, sopas, caldos, sucos, condimentos, maioneses;
- suco. 1 xícara ao dia, dividido em 3 ou 4 vezes: carminativo, diurético, febrífugo, tônico; anúria, dismenorréia, debilidades em geral, espectorante;
- suco com maçã: eliminar excesso de dióxido de carbono e vontade de comer doces;
- decocção de 30g de folhas frescas em 1 litro de água. Adoçar com 1 colher de mel, tomar diariamente pela manhã em jejum (bronquite asmática);
- decocção de 40g de raízes e ramos de aipo em litro de água por 10 minutos. Filtrar e beber três xícaras ao dia: gota, nefrite, reumatismo, cálculos na bexiga;
- decocção em fogo brando, 20g de raízes de aipo, 30 g de parietária e 30g de raízes de salsa em um litro de água, por 10 minutos. Deixar esfriar e filtrar. Beber três xícaras ao dia: fígado, cálculos nos rins;
- decocção de 100g de aipo em litro de água fria e ferver lentamente, por 20 minutos. Lavar os pés ou nas mãos, uma vez por dia, com o líquido ainda quente: frieiras;
- infusão de 1 colher de sopa de folhas verdes ou rizomas em 1 litro de água. Tomar 3 xícaras das de chá quente, diariamente;
- infusão de 15g de sementes em litro de água fervente. Deixar esfriar e filtrar. Beber 3 xícaras ao dia: meteorismo intestinal e flatulência estomacal;
- xarope: corte em pedaços pequenos cinco gramas de raízes de aipo, cinco gramas de raízes de funcho, cinco gramas de raízes de aspargo, cinco gramas de raízes de salsa e cinco gramas de raízes de gilbarbeira. Colocar todas as raízes em um recípiente, com um litro de água fria. Deixar em maceração por 12 horas, filtrar, separando as raízes do líquido. Guarde o líquido. Colocar as raízes novamente no recipiente com 2 litros de água fria e deixe por mais 12 horas. Filtrar e misturá-lo ao primeiro, adicionando 2 quilos de açúcar. Colocar o xarope em fogo moderado, mexer constantemente, até o açúcar dissolver-se. Consumir 60g de xarope ao dia, em goles: depurativo;
Uso Externo:
- cataplasma em contusões e ferimentos: aplicar duas vezes ao dia na região afetada;
- raízes secas e moídas, polvilhadas sobre úlceras de difícil cicatrização duas vezes ao dia;


Algumas espécies do gênero:
Apium.

AGUAPÉ

Nome científico;

Eichhornia crassipes (Mart.) Solms


Família:
Pontederiaceae

Sinônimos botânicos;

Outros nomes populares:
aguapé-de-flor-roxa, baronesa, camalote, dama-do-lago, jacinto-d'água, murerê, mureru, muriru, murumuru, mururé-de-canudo, orelha-de-veado, orquídea-d'água, parecí, pavoã, rainha-dos-lagos

Constituintes químicos:
minerais da planta (1% do peso verde da planta): 28,7% de potassa, 21% de cloro, 12% de cal, 7% de anidrido fosfórico, 1,8% de soda, 1,28% de nitrogênio e 0,59% de magnésia.

Propriedades medicinais:
sedante, anafrodisíaca, refrescante, febrífuga, diurética

Indicações:
febre, hepatite, excitação nervosa, furúnculos, abcessos, rins.

Parte utilizada:
toda a planta.

Contra-indicações / cuidados:
não utilizar esta planta como medicamento se ela não tiver sido cultivada para este fim, em água de boa qualidade, pois ela absorve metais pesados de água poluída

Efeitos colaterais:

Modo de usar:
Decocção ou maceração das folhas em água para hepatite.
A mucilagem de aplica sobre furúnculos e abcessos.
A infusão das flores é utilizada como febrífuga e diurética.


Outros usos:
purificação de água contaminada, inclusive retirando metais pesados.
Proteção de ovos de peixes (raízes) e alimento aos alevinos.
Forrageira para bovinos e suínos.
Confecção de artesanatos.
Adubação verde.


Algumas espécies do gênero:
Eichhornia.

AGRIMÔNIA

Nome científico;

Agrimonia eupatoria L.

Família:
Rosaceae.

Sinônimos botânicos;
Agrimonia asiatica, Agrimonia bracteosa E. Mey., Agrimonia nepalensis D. Don

Outros nomes populares:
eupatória, erva-dos-gregos, erva-hepática;

Nomes em outro idiomas:
aigremoine (fr); agrimony, agrimont, church steeples, churchsteeples, cockleburr, philanthropos e sticklewort (ing); agrimonia e eupatorio (ital.); hierba de San Guillermo (esp); agrimonia, amores pequeños e amoricos (casteliano).

Constituintes químicos:
ácido salicílico; agrimofol; agrimondina; derivados floroglicinóis; elagitaninos; provitamina K; saponinas; taninos; vitamina B; agrimonina, agrimonolida; quercetina, fitosterina, eupatorina, traços de óleo essencial e de alcalóides; ácido ursólico

Propriedades medicinais:
adstringente, analgésica, antidiarréica, antiinflamatória, antimicrobiana, antivirótica, ansiolítica, calmante, cicatrizante, colagoga, colerética (moderada), depurativa, diurética, emenagoga (moderada), hemostática local, hiper-tensora, hipoglicêmica, relaxante, resolutiva, tônica, vermífuga, vulnerária

Indicações:
abscessos; amigdalite; anginas, asma bronquial, bronquite, cálculo renal; catarros bronquiais e intestinais, cistite; cólicas; conjuntivite, dermatite pruriginosa, diarréias, doenças do sangue; dores da garganta, enxaqueca; erupções cutâneas; esmagamento de tecidos, espinhas, estomatite, faringites, feridas escrofulosas; feridas de difícil cicatrização, gota; gastrite; hiperglicemia; hipotensão arterial; indigestão; inflamação dos olhos, garganta; laringite, manchas, mordedura de serpente, musculatura tensa e/ou dolorida; parasitas intestinais, sangramento pós-cirurgias dentária; parasitas intestinais; rachaduras na pele, ressecamento da pele; reumatismo, rinites alérgicas, rouquidão; sangramentos pós-cirúrgicos e pós-extração dentária, sardas; tuberculose pulmonar; úlceras, varizes, virose.

Terapia floral de Bach:
pessoas que exterioriza ânimo e paz (buscando o reconhecimento dos outros, sofrendo internamente) mas têm desequilíbrio oculto (as vezes até de si próprios) para encontrar a paz interna

Parte utilizada:
folhas, flores e sumidades floridas

Contra-indicações / cuidados:
a planta fresca tem intensa ação fotosensibilizante

Efeitos colaterais:
hipotensão arterial, arritmia, náuseas, vômito e até parada cardíaca

Modo de usar:

Uso interno:
Extrato fluido, dose máxima diária: 8 ml.
- infusão de 2 colheres de sopa, em 1 litro de água fervente. Tomar 3 xícaras do chá morno, diariamente;
- infusão de 20 g de folhas ou 30-50 g de flores por litro de água, três copos ao dia entre as refeições;
- Infusão de 50 g de folhas e sumidades floridas em um litro de água fervente, deixar esfriar. Beber três xicarazinhas ao dia: gripe, lesão interna, trauma, pancada;
- infusão de 50 g de folhas e sumidades floridas em litro de água fervente. Deixar esfriar. Beber três xicarazinhas ao dia, longe das refeições: úlcera renal, acidez gástrica;
- infusão de 50 g de folhas em meio litro de água fervente. Deixar amornar, adicionar uma colher pequena de mel, filtrar e consumir o líquido em calicezinhos, durante o dia: catarro intestinal;
Uso externo: compressas, lavagem, inalações, colutório, gargarejo.
- infusão de 60 gramas de folhas e sumidades floridas em meio litro de água fervente. Usar o líquido morno em bochechos freqüentes: inflamações na boca;
- decocção de 50 g de folhas secas em meio litro de água, adicionando uma colher de mel. garganta (fazer gargarejos com líquido morno e filtrado, pelo menos duas vezes ao dia: amidalites, inflamações); feridas; úlceras;
- compressas, gargarejos e bochechos: 5 a 6 colheres de sopa de flores ou folhas picadas em 1 litro de água fervente;
- cataplasma das: resolutivo e vulnerário.

Algumas espécies do gênero:
Agrimonia

AGRIÃO DA LAGOA

Nome científico;
Rorippa clandestina (Spreng.) J.F. Macbr.

Família:
Brassicaceae.

Sinônimos botânicos;
Cardamine clandestina (Spreng.) Kuntze, Nasturtium clandestinum Spreng., Nasturtium clandestinum var. brevistylum O.E. Schulz, Nasturtium pumilum Cambess.

Outros nomes populares:
abecedaria, acmela, agrião-bravo, agrião-da-ilha-de-franca, agrião-da-mata, agrião-do-mato, agrião-mouro, agrião-do-Pará, agrião-silvestre, berro-do-prato, botão-de-ouro, cardamina-do-prato, egrio, erva-do-esforço, erva-das-crianças, erva-de-malaca, jambo, jambo-açú, jambo-rana, malaca, mastruço, mastruço-do-Pará, nhambu, pimenta-da-costa, pimenta-do-Pará, rainúnculo-brasileiro

Constituintes químicos:
Propriedades medicinais: antianêmica, antidispéptica, antiescorbútica, antiespasmódica, aromática, diurética, colagoga, descongestionante do baço, estomáquica, excitante, expectorante, estomacal, nevrálgica, sialagoga, tônica., vesicante.

Indicações:

Parte utilizada:
cálculos da bexiga, dor de dente, doença da boca e garganta, afta, fortalecer a gengiva.

Contra-indicações / cuidados:

Efeitos colaterais:

Modo de usar:

Algumas espécies do gênero:
Nasturtium.